“. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria...”
sorrindo a toa só vibrando amor e paz
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Só lamento por você, você tem muito que aprender.
Sou transparente demais. Não sei fingir algo que não sinto, ou disfarçar algo que estou sentindo.
Caio Fernando Abreu.
amores fracos não merecem o meu tempo, não mais ✔✔
Não me agrada disputar atenção. Eu sempre vou ser a pessoa que perde, entende? A pessoa deixada, substituída, desinteressante. Não, isso não é complexo, não: é estatística. Tenho vida afora muitas provas disso e não reclamo, não interprete isso como uma reclamação. Apenas quero contar que jogo a toalha antes de entrar no ringue, por assim dizer. Jogo o meu corpo para o lado por conta própria antes de levar o soco e precisar de maca, remédios e recuperação. Já nem entro mais nas disputas; eu perdi o ar de tanto tentar.
Camila Costa.   
Foi culpa sua, toda sua. Na anti-sala da diretoria do colégio aguardava ansioso ser chamado. Mais uma vez fui flagrado escrevendo milhares de vezes teu nome no caderno de matemática. Tantos versos se espremendo na ultima folha que se tornou um depósito de sonhos e desejos desde o primeiro momento em que te vi. Nunca fui poeta, me abstenho de comentários nas intermináveis aulas de literatura. Que me perdoem os detentores de tamanha aptidão mas meus versos só vem á tona quando te tenho em mente, você é minha única inspiração. Será que os poetas também amam assim? Eu queria poder não sentir isso na maioria das vezes, porque você me inspira ao mesmo tempo em que tira minha inspiração. Você mostra o caminho do paraíso e junto, me apresenta o atalho para o inferno. Você é o caminho mais curto e favorável de uma morte por amor, o tipo de morte do qual descrevo nos versos, o tipo de fim de tarde feliz e noite de insônia. Mas eu gosto disso, eu juro que gosto e não me vejo vivendo sem. Querendo ou não você foi, e ainda é, o final mais triste dos versos mais bonitos que escrevi.
Cuidei & Elisa Bartlett 
Eu sei, sou um porre. É muito difícil me aturar. Eu sei que você não tem paciência, mas aguenta mais um pouco. Sei o drama e a confusão que sou, mas não desiste de me entender. Sei que dá vontade de me mandar embora, de me jogar em meios aos lobos, mas espere… Não faça isso, por favor! Se for para me jogar em algum lugar, que seja embaixo dos teus abraços e diga que apesar de tudo, eu sou inesquecível.
Jô Costa. 
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